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Polícia Civil de São Paulo dá posse à maior turma de investigadores da história; 1.413 começam formação

Foto do escritor: Henrique Ferreira
Henrique Ferreira
há 10 horas
6 min de leitura

 Aprovados no concurso de 2023 assinaram o termo de posse em São Paulo e iniciam formação com aulas de investigação, inteligência, armamento e atividades práticas.


Grupo de policiais de preto com ACADEPOL, em fila do lado de fora de um prédio, em clima de formação.
Após a posse, os novos investigadores iniciam o Curso de Formação Técnico-Profissional, com disciplinas de investigação, inteligência policial, criminalística, técnicas operacionais e outras áreas. Foto: Polícia Civil de São Paulo.

A Polícia Civil do Estado de São Paulo deu posse, nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2026, a 1.413 novos investigadores de Polícia, formando a maior turma da carreira nomeada de uma única vez pela instituição.

Os novos policiais foram aprovados no concurso público aberto em 2023 e, com a assinatura do termo de posse, passaram oficialmente a integrar os quadros da Polícia Civil paulista. A informação foi divulgada pela CNN Brasil e consta no acompanhamento oficial do concurso realizado pela própria corporação.

Do total de novos investigadores, 1.009 são homens e 404 são mulheres. A posse representa uma etapa importante para os candidatos, mas ainda é seguida pelo período de formação profissional antes da atuação plena nas atividades da carreira.


Maior turma de investigadores já nomeada pela Polícia Civil


A quantidade de 1.413 investigadores supera o número de vagas inicialmente previsto no edital de abertura do concurso IP-1/2023, que indicava 1.250 vagas para a carreira.

A página oficial da Polícia Civil registra que o concurso foi aberto em setembro de 2023 e exigiu diploma de graduação. O acompanhamento do certame passou por diferentes etapas ao longo de 2026, incluindo prova oral, exame psicotécnico, classificação final, homologação e procedimentos para nomeação e posse.

A nomeação dos aprovados foi publicada no Diário Oficial do Estado antes da cerimônia de posse.


Quem são os novos investigadores?


Os 1.413 policiais ingressaram na carreira depois de participarem de um concurso público com diversas fases.

O processo seletivo teve etapas destinadas à avaliação dos candidatos e avançou durante 2026 até a classificação final e a homologação do concurso.

Entre os procedimentos registrados oficialmente estão a prova de títulos, prova oral, exame psicotécnico e os procedimentos necessários para nomeação e posse.

A exigência de formação superior também faz parte dos requisitos do concurso para Investigador de Polícia 3ª Classe.


Formação começa após a posse


A assinatura do termo de posse não significa que os novos investigadores já estejam imediatamente desempenhando todas as atribuições operacionais da carreira.

Os aprovados iniciam uma etapa de formação profissional.

Segundo a reportagem da CNN Brasil, o curso inclui disciplinas relacionadas à investigação, inteligência, armamento e atividades práticas.

A formação é destinada a preparar os novos policiais para as atividades que fazem parte da rotina da Polícia Civil.


O que faz um investigador de Polícia?


O investigador atua principalmente na atividade de polícia judiciária e investigação criminal.

Na prática, o trabalho pode envolver levantamento de informações, apuração de ocorrências, identificação de suspeitos, cumprimento de diligências, coleta de elementos para investigação e apoio às equipes responsáveis pelos inquéritos policiais.

O trabalho investigativo também pode envolver análise de informações, acompanhamento de ocorrências e utilização de ferramentas de inteligência.

A atuação ocorre sob coordenação da estrutura da Polícia Civil e dentro dos procedimentos previstos pela legislação.


Investigação depende de tecnologia e inteligência


A investigação criminal mudou significativamente com a ampliação das ferramentas digitais.

Atualmente, apurações podem envolver imagens de câmeras, registros eletrônicos, informações de dispositivos, dados de localização, documentos digitais e cruzamento de diferentes bases de informação, sempre observadas as regras legais aplicáveis.

Nesse cenário, a formação dos investigadores precisa combinar técnicas tradicionais de investigação com conhecimentos tecnológicos.

O curso que começa após a posse é justamente uma etapa destinada à preparação dos novos profissionais para esse ambiente.


Reforço ocorre em um momento de transformação da segurança pública


A chegada de uma turma desse tamanho acontece em um momento no qual as forças de segurança utilizam cada vez mais tecnologia e inteligência para investigar crimes.

A Polícia Civil tem papel diferente daquele desempenhado pela Polícia Militar.

Enquanto a Polícia Militar tem entre suas atribuições o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, a Polícia Civil exerce funções relacionadas à polícia judiciária e à investigação criminal no âmbito estadual.

Os novos investigadores, portanto, passam a reforçar especificamente a estrutura responsável pela atividade investigativa.


Concurso de 2023 chegou à fase final em 2026


O concurso IP-1/2023 teve uma trajetória de aproximadamente três anos entre a abertura das inscrições e a posse dos novos investigadores.

Segundo a página oficial da Polícia Civil, as inscrições ocorreram entre setembro e outubro de 2023.

Em 2026, o certame avançou por etapas como prova oral, exame psicotécnico, classificação final e homologação. A página também registra convocações específicas para os procedimentos destinados à nomeação e posse.

A classificação final foi publicada em junho de 2026, enquanto a homologação do concurso ocorreu posteriormente.


1.413 novos investigadores entram para a corporação


A composição da nova turma também chama atenção pela quantidade de mulheres.

Dos 1.413 investigadores empossados, 404 são mulheres e 1.009 são homens, segundo os dados divulgados pela CNN Brasil.

A entrada de novos profissionais amplia o quadro disponível para atividades investigativas e distribuição pelas unidades da Polícia Civil no Estado.

A definição de onde cada investigador irá atuar depende dos procedimentos administrativos e da organização da corporação.


O que acontece depois do curso?


Após a formação, os investigadores poderão ser destinados às unidades da Polícia Civil conforme as necessidades administrativas e operacionais da instituição.

A carreira está presente em delegacias, departamentos especializados e outras estruturas da Polícia Civil.

O trabalho pode envolver investigação de crimes contra o patrimônio, crimes violentos, tráfico de drogas, crimes cibernéticos, homicídios e outras ocorrências, de acordo com a unidade de lotação e a especialização.


Nova turma chega também à capital


São Paulo concentra uma das maiores estruturas policiais do país e reúne unidades especializadas para diferentes tipos de investigação.

A capital conta com departamentos e delegacias responsáveis por áreas específicas, além dos distritos policiais distribuídos pelos diferentes bairros.

A chegada de novos investigadores pode alterar a composição das equipes conforme os critérios de distribuição adotados pela instituição.

O impacto efetivo sobre o atendimento e a capacidade investigativa, entretanto, dependerá de fatores como lotação, treinamento, estrutura das unidades e distribuição dos profissionais.


Segurança pública não depende apenas do aumento de efetivo


O ingresso de novos investigadores representa uma ampliação do quadro da Polícia Civil, mas os resultados da atividade investigativa dependem de diversos fatores.

Entre eles estão estrutura das delegacias, equipamentos, sistemas de informação, integração entre órgãos, perícia criminal, Ministério Público, Judiciário e capacidade de processamento das investigações.

Por isso, o número de novos policiais é apenas um dos elementos que compõem a estrutura de segurança pública.


Investigação e tecnologia caminham juntas


Um dos desafios atuais da investigação criminal é acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas.

Crimes praticados pela internet, fraudes digitais, golpes financeiros e utilização de plataformas digitais exigem métodos diferentes daqueles usados em investigações tradicionais.

O trabalho investigativo também depende cada vez mais de análise de grandes volumes de informação.

Nesse contexto, formação técnica e atualização profissional ganham importância para acompanhar a transformação dos métodos utilizados por organizações criminosas.


Maior turma marca nova etapa para os aprovados


Para os 1.413 aprovados, a posse encerra uma longa etapa de preparação para o concurso e inaugura outra fase profissional.

A partir de agora, os novos investigadores passam pela formação específica da carreira e começam a construir experiência dentro da Polícia Civil.

O concurso de 2023, que começou com a publicação do edital e passou por diversas fases até 2026, chega assim à etapa de ingresso efetivo dos candidatos aprovados.


Perguntas frequentes


Quantos investigadores tomaram posse em São Paulo?

Foram 1.413 novos investigadores de Polícia empossados em 16 de setembro de 2026. Segundo a CNN Brasil, trata-se da maior turma da carreira nomeada de uma só vez pela instituição.


De qual concurso são os novos investigadores?

Eles foram aprovados no concurso público para Investigador de Polícia IP-1/2023. A página oficial da Polícia Civil registra o concurso e suas diferentes etapas.


Quantas vagas estavam previstas inicialmente?

O concurso IP-1/2023 foi aberto com 1.250 vagas, segundo a página oficial da Polícia Civil.


Todos já começam trabalhando nas delegacias?

Não necessariamente. Após a posse, os novos investigadores passam pela formação profissional prevista para a carreira.


O curso de formação terá aulas práticas?

Sim. Segundo a CNN Brasil, a formação inclui atividades práticas, investigação, inteligência e armamento.


Quantas mulheres estão entre os novos investigadores?

São 404 mulheres, enquanto 1.009 homens integram a turma, segundo os dados divulgados pela CNN Brasil.


Qual é a escolaridade exigida para investigador da Polícia Civil de São Paulo?

O concurso IP-1/2023 exigiu diploma de graduação, conforme a página oficial da Polícia Civil.


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