top of page

Bebê de sete meses morre após atendimento em UPA na Zona Leste de São Paulo; família aponta negligência

  • Foto do escritor: Henrique Ferreira
    Henrique Ferreira
  • há 2 minutos
  • 6 min de leitura

Isadora dos Santos Braga morreu na terça-feira (11), após ser atendida na UPA Tito Lopes, em São Miguel Paulista. Segundo a família, a bebê apresentou piora do quadro durante o atendimento e foi transferida cerca de 10 horas depois para o Hospital Tide Setúbal. Secretaria Municipal da Saúde afirma que aguarda laudo para confirmar a causa da morte.


Placa verde da UPA 24h indica entrada de ambulância em hospital, com gramado, postes e caminho ao fundo.
UPA Tito Lopes, em São Miguel Paulista, onde a bebê de sete meses recebeu atendimento antes de ser transferida para o Hospital Tide Setúbal.

Uma bebê de sete meses morreu na terça-feira (11), em São Paulo, depois de passar pelo atendimento da UPA Tito Lopes, em São Miguel Paulista, na Zona Leste. A família de Isadora dos Santos Braga afirma que houve negligência médica durante o atendimento. A Secretaria Municipal da Saúde, porém, informou que ainda aguarda o resultado do laudo do Serviço de Verificação de Óbito (SVO) para confirmar a causa da morte.

Segundo os familiares, Isadora chegou à unidade com febre e coriza. Ao longo do atendimento, o quadro teria se agravado. Por volta das 19h, a criança ficou roxa e apresentou manchas vermelhas na pele. A família voltou a questionar a equipe médica e, de acordo com o relato, a bebê recebeu medicação.

Após aproximadamente 10 horas desde a entrada na UPA, a criança foi transferida para o Hospital Tide Setúbal, também na Zona Leste. Ela morreu na madrugada de terça-feira.


Bebê chegou à UPA com febre e coriza


De acordo com o relato dos familiares divulgado pelo Metrópoles, Isadora foi levada à UPA Tito Lopes após apresentar febre e coriza.

A criança recebeu atendimento durante a tarde, mas, segundo a família, os médicos não identificaram inicialmente um quadro considerado grave. Horas depois, a situação teria mudado.

Por volta das 19h, familiares perceberam que a bebê estava ficando roxa e apresentava manchas vermelhas na pele.

A mudança no estado de saúde levou a família a procurar novamente os profissionais da unidade.


Quadro piorou durante a permanência na unidade


Ainda segundo os familiares, depois que a equipe foi novamente acionada, Isadora recebeu medicação.

O relato da família é de que, mesmo após o atendimento, o estado da criança continuou piorando.

A bebê permaneceu na UPA durante aproximadamente 10 horas antes de ser transferida para outra unidade hospitalar.

É justamente nesse período que a família questiona a qualidade e a rapidez do atendimento prestado.

A alegação de negligência, entretanto, ainda não foi confirmada por uma investigação ou por um laudo oficial.


Criança foi transferida para o Hospital Tide Setúbal


Diante do agravamento do quadro clínico, Isadora foi transferida para o Hospital Tide Setúbal, também localizado na Zona Leste de São Paulo.

A transferência ocorreu depois de aproximadamente 10 horas desde a chegada da bebê à UPA Tito Lopes.

Apesar dos esforços realizados no hospital, a criança não resistiu e morreu na madrugada de terça-feira (11).

A causa da morte ainda não foi oficialmente esclarecida.


Secretaria da Saúde aguarda resultado do laudo


A Secretaria Municipal da Saúde confirmou que Isadora recebeu atendimento na UPA Tito Lopes e posteriormente foi encaminhada ao Hospital Tide Setúbal.

Em nota, a pasta afirmou que, apesar dos esforços empregados, a paciente evoluiu para óbito.

O corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), responsável por realizar os procedimentos necessários para esclarecer a causa da morte em casos dessa natureza.

A Secretaria informou que aguarda o resultado do laudo para confirmar a causa da morte.

A pasta também lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade à família.


Família aponta negligência, mas causa da morte ainda não foi determinada


A principal questão envolvendo o caso é a alegação de negligência feita pelos familiares.

A família questiona o atendimento recebido pela bebê e o período transcorrido entre a chegada à UPA e a transferência para o hospital.

Até o momento, porém, a informação disponível não permite afirmar que a morte tenha ocorrido em razão de negligência médica.

Essa conclusão depende da análise das circunstâncias do atendimento, dos registros médicos e, principalmente, dos exames destinados a esclarecer a causa do óbito.

Por isso, a situação deve ser tratada como uma alegação da família, e não como uma conclusão comprovada.


O que é o Serviço de Verificação de Óbito?


O Serviço de Verificação de Óbito, conhecido pela sigla SVO, tem entre suas funções investigar causas de mortes naturais quando elas não estão suficientemente esclarecidas.

No caso de Isadora, o encaminhamento do corpo ao serviço permitirá a realização dos procedimentos necessários para determinar a causa do óbito.

O resultado do exame será importante para esclarecer o que aconteceu com a criança e poderá ajudar a responder às dúvidas levantadas pela família.


Bebê foi sepultada na quarta-feira


Após a morte, o corpo de Isadora foi velado e sepultado na tarde de quarta-feira (12).

A família agora aguarda o esclarecimento oficial sobre a causa da morte.

O caso provocou questionamentos sobre o atendimento recebido pela criança e sobre a sequência de procedimentos realizados desde a chegada à UPA até a transferência para o hospital.


Caso chama atenção para atendimento de crianças em unidades de emergência


A morte de uma criança de sete meses durante um atendimento de emergência coloca em evidência a importância do acompanhamento de pacientes pediátricos e da identificação rápida de sinais de agravamento.

Febre, alteração da coloração da pele e mudanças no estado geral de uma criança pequena podem exigir avaliação médica cuidadosa.

No caso de Isadora, entretanto, não é possível estabelecer, com as informações disponíveis, se esses sinais foram determinantes para o desfecho ou qual era exatamente a condição clínica da bebê.

Essas respostas dependem do prontuário médico e dos exames que ainda estão sendo analisados.


O que ainda precisa ser esclarecido


O laudo do SVO deverá ajudar a esclarecer a causa da morte.

Também será necessário analisar o histórico do atendimento, os horários de entrada e transferência, os procedimentos realizados e a evolução do quadro clínico.

A partir dessas informações será possível entender com maior precisão o que aconteceu entre a chegada da bebê à UPA e sua morte no Hospital Tide Setúbal.

Por enquanto, a Prefeitura confirma o atendimento e a transferência, mas afirma que aguarda o laudo para determinar a causa do óbito.


Secretaria diz que unidade está à disposição da família


Além de lamentar a morte, a Secretaria Municipal da Saúde informou que a direção da UPA permanece à disposição dos familiares.

A manifestação ocorre enquanto a pasta aguarda o resultado do Serviço de Verificação de Óbito.

O documento será importante tanto para a família quanto para as autoridades que eventualmente precisem avaliar a conduta adotada durante o atendimento.


Caso permanece sob apuração


Até a publicação desta reportagem, a causa oficial da morte de Isadora não havia sido divulgada.

Também não há, na reportagem consultada, uma conclusão oficial de que tenha ocorrido negligência médica.

O que existe é o relato dos familiares, que questionam o atendimento, e a manifestação da Secretaria Municipal da Saúde, que confirma a passagem da criança pela UPA e pelo hospital e informa aguardar o laudo.

A conclusão sobre as circunstâncias da morte deve depender dos resultados da investigação médica.


Perguntas frequentes



O que aconteceu com a bebê?

Isadora dos Santos Braga, de sete meses, foi levada à UPA Tito Lopes, em São Miguel Paulista, com febre e coriza. Durante a permanência na unidade, segundo a família, ela apresentou piora, ficou roxa e teve manchas vermelhas na pele. Posteriormente, foi transferida para o Hospital Tide Setúbal, onde morreu.


A família acusa médicos de negligência?

Sim. Os familiares apontam possível negligência médica no atendimento prestado à criança. Até o momento, porém, essa alegação não foi confirmada oficialmente.


Qual foi a causa da morte?

A causa ainda não foi confirmada. A Secretaria Municipal da Saúde informou que o corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito e que aguarda o resultado do laudo.


Onde a bebê foi atendida?

Isadora recebeu atendimento inicialmente na UPA Tito Lopes, em São Miguel Paulista. Depois, foi transferida para o Hospital Tide Setúbal, também na Zona Leste.


Quando ocorreu a morte?

A bebê morreu na madrugada de terça-feira (11 de agosto de 2026), após ser transferida para o Hospital Tide Setúbal.


O que a Prefeitura de São Paulo informou?

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o atendimento, a transferência e a morte da bebê. A pasta informou que aguarda o laudo do SVO para confirmar a causa do óbito e manifestou solidariedade à família.


Leia também

Comentários



Fale comigo, quero saber o que você pensa

© 2026 por Viva Bem SP.  Orgulhosamente criado por  BORATELLI NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA 

bottom of page