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Falsos funcionários da Enel são presos após tentar extorquir R$ 30 mil de empresário em São Paulo

  • Foto do escritor: Henrique Ferreira
    Henrique Ferreira
  • há 22 horas
  • 7 min de leitura

Quatro homens foram detidos em uma academia na Vila Maria Alta, na Zona Norte da capital. Segundo a Polícia Civil, grupo usava uniformes e veículos adesivados para se passar por funcionários da empresa de energia e ameaçou interromper o fornecimento de eletricidade do estabelecimento.


Agentes da Polícia Civil conversam em frente à sede do DEIC à noite, com viatura preta e caminhonete sob luzes.
Quatro suspeitos foram presos pela Polícia Civil durante uma ação em uma academia na Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo.

Quatro homens foram presos na tarde de quinta-feira (13), em São Paulo, suspeitos de tentar extorquir R$ 30 mil de um empresário após se passarem por funcionários da Enel. O grupo foi detido dentro de uma academia localizada na Vila Maria Alta, na Zona Norte da capital.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos chegaram ao estabelecimento usando uniformes semelhantes aos da concessionária de energia e veículos adesivados com a identificação da empresa. A estratégia, de acordo com a investigação, era convencer a vítima de que eles realizavam uma fiscalização oficial na instalação elétrica.

Os homens teriam informado ao proprietário da academia que havia irregularidades na instalação e exigido o pagamento de R$ 30 mil. Caso o valor não fosse entregue, ameaçaram interromper o fornecimento de energia do estabelecimento.

A ação terminou com a intervenção de policiais civis e militares. Os quatro suspeitos foram levados para a delegacia, e os materiais utilizados na tentativa de golpe foram apreendidos.


Grupo usava uniformes e carros para simular fiscalização da Enel


Rua movimentada com pessoas em fila ao lado de ônibus branco da Enel, com texto ESSENCIAL ENERGIA, em frente a prédio urbano.
Ação da Polícia Civil resulta na prisão de quatro suspeitos em academia na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo.

A investigação aponta que os suspeitos tentavam criar uma aparência de legitimidade.

De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os homens utilizavam uniformes e veículos com adesivos semelhantes aos usados pela concessionária para se apresentar como funcionários da Enel.

A estratégia teria sido utilizada para aumentar a pressão sobre o empresário e fazer com que a ameaça de corte de energia parecesse uma medida oficial.

Os policiais apreenderam os uniformes e os veículos usados durante a abordagem. O material deverá passar por análise no decorrer da investigação.


Empresário recebeu cobrança de R$ 30 mil


O alvo da tentativa de extorsão era o proprietário de uma academia localizada na Avenida Alberto Byington, na Vila Maria.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos alegaram que existiam irregularidades na instalação elétrica do estabelecimento.

O grupo então teria exigido R$ 30 mil para evitar o suposto corte de energia.

A situação chamou a atenção da vítima, que acionou as autoridades. A denúncia permitiu que policiais chegassem ao local enquanto os suspeitos ainda estavam na academia.


Polícia Civil cercou a academia


A ocorrência foi investigada pela 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, unidade especializada em apurações relacionadas a fraudes praticadas contra órgãos e serviços públicos.

Após receber informações de que o crime estava acontecendo na academia, a equipe policial foi até a Avenida Alberto Byington.

Os agentes tiveram apoio de policiais militares da Rocam, que participaram da operação.

O estabelecimento foi cercado e os quatro homens foram presos.

A prisão ocorreu no momento em que os suspeitos ainda estavam no local, segundo a Polícia Civil.


Veículos e uniformes foram apreendidos


Durante a ação, os policiais encontraram os uniformes utilizados pelo grupo e os veículos adesivados para simular identificação da empresa.

Os materiais foram apreendidos e serão analisados pela investigação.

A perícia e a análise dos objetos poderão ajudar a esclarecer como o grupo organizava a abordagem e se os equipamentos foram utilizados em outras ocorrências.


Enel afirma que presos não trabalham para a empresa


A Enel informou que os quatro homens presos não são funcionários da companhia nem de empresas que prestam serviços para a distribuidora.

A empresa repudiou o ocorrido e orientou os consumidores a utilizar os canais oficiais para confirmar a identidade de profissionais e verificar a realização de serviços.

A informação é importante porque o golpe dependia justamente da aparência de legitimidade criada pelos suspeitos.


Como funcionava a suposta extorsão?


A dinâmica descrita pela Polícia Civil envolvia três elementos principais: a apresentação dos suspeitos como funcionários da concessionária, a alegação de uma suposta irregularidade elétrica e a ameaça de interrupção do fornecimento.

Depois de criar esse cenário, o grupo teria exigido R$ 30 mil do proprietário da academia.

A ameaça de corte de energia aumentava a pressão sobre a vítima, especialmente porque o estabelecimento depende do fornecimento de eletricidade para funcionar normalmente.

A investigação deverá verificar se esse mesmo método foi utilizado contra outras empresas ou moradores.


Polícia investiga se há outras vítimas


Os quatro homens foram conduzidos à delegacia e o caso permanece sob investigação.

A Polícia Civil deverá analisar os materiais apreendidos e buscar informações que possam indicar se o grupo já havia realizado abordagens semelhantes.

A investigação também poderá esclarecer se os suspeitos atuavam juntos de forma organizada e se existiam outras pessoas envolvidas.

Até o momento, a ocorrência divulgada pelas autoridades trata da tentativa de extorsão contra o proprietário da academia na Vila Maria.


Golpe se aproveita da rotina de empresas


A escolha de uma academia como alvo também chama atenção para o tipo de situação explorada pelos suspeitos.

Estabelecimentos comerciais dependem de energia elétrica para manter equipamentos, iluminação, sistemas de segurança, computadores e outros serviços funcionando.

Uma ameaça de interrupção imediata pode criar pressão para que o responsável pelo imóvel tome uma decisão rápida.

No caso investigado pela Polícia Civil, os suspeitos teriam utilizado essa preocupação para exigir uma quantia elevada.


Falsos funcionários usavam identificação visual da empresa


Um dos aspectos centrais da ocorrência é a utilização de elementos visuais semelhantes aos da concessionária.

Uniformes e veículos adesivados podem fazer com que uma abordagem pareça oficial, principalmente quando acompanhados de uma explicação técnica sobre a instalação elétrica.

A Enel, entretanto, reforçou que a identificação dos profissionais e a confirmação de serviços devem ser feitas por meio dos canais oficiais da companhia.


Caso aconteceu na Zona Norte de São Paulo


A tentativa de extorsão ocorreu na Vila Maria Alta, bairro da Zona Norte da capital.

A região é predominantemente residencial e comercial e possui importantes vias de circulação, entre elas a Avenida Alberto Byington, onde fica o estabelecimento alvo da ação.

A prisão ocorreu dentro da própria academia, depois que policiais receberam informações sobre o crime.


Investigação continua


Apesar das quatro prisões, a investigação não terminou.

Os veículos e uniformes apreendidos serão analisados pela Polícia Civil, que também poderá buscar informações sobre possíveis vítimas anteriores.

O objetivo é verificar se os suspeitos utilizaram a mesma estratégia em outros estabelecimentos e se havia uma estrutura maior por trás das abordagens.

Por enquanto, os quatro homens são investigados pela tentativa de extorsão e devem permanecer à disposição da Justiça conforme os procedimentos legais do caso.


O que a Enel recomenda aos consumidores?


A principal orientação divulgada pela empresa é confirmar a identidade dos profissionais e verificar a existência de serviços por meio dos canais oficiais da Enel.

Isso é especialmente importante quando alguém se apresenta como funcionário da concessionária e solicita pagamento, apresenta uma suposta irregularidade ou ameaça interromper o fornecimento de energia.

No caso investigado em São Paulo, a Polícia Civil afirma que os suspeitos utilizaram justamente elementos visuais para se apresentar como trabalhadores da empresa.


Prisão aconteceu após denúncia da vítima


A intervenção policial foi possível porque a situação chegou ao conhecimento das autoridades enquanto acontecia.

Os policiais receberam informações de que o crime estava sendo praticado na academia da Avenida Alberto Byington e foram até o endereço.

Com o apoio da Rocam, os agentes cercaram o estabelecimento e prenderam os quatro suspeitos.

A ocorrência mostra também a importância de comunicar rapidamente às autoridades situações em que pessoas se apresentam como representantes de empresas e exigem pagamentos sob ameaça.


O que acontece agora?


Os quatro suspeitos foram encaminhados à delegacia.

A Polícia Civil continuará analisando os materiais apreendidos e reunindo informações para esclarecer a atuação do grupo.

A investigação também deverá verificar se houve outras vítimas e se os suspeitos tinham algum tipo de organização para realizar abordagens semelhantes.

A Enel, por sua vez, afirmou que os presos não possuem vínculo com a empresa ou com prestadoras de serviço da distribuidora.


Perguntas frequentes


O que aconteceu em São Paulo?

Quatro homens foram presos suspeitos de se passarem por funcionários da Enel para tentar extorquir R$ 30 mil do proprietário de uma academia na Vila Maria Alta, na Zona Norte da capital.


Quanto os suspeitos exigiram da vítima?

Segundo a Polícia Civil, o grupo exigiu R$ 30 mil para não interromper o fornecimento de energia da academia.


Onde ocorreu a tentativa de extorsão?

O caso aconteceu em uma academia localizada na Avenida Alberto Byington, na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo.


Os homens eram funcionários da Enel?

Não. A Enel informou que os quatro presos não são funcionários da empresa nem de empresas prestadoras de serviço da concessionária.


Como os suspeitos tentavam convencer a vítima?

Segundo a investigação, eles usavam uniformes e veículos adesivados para simular que trabalhavam para a concessionária.


O que a Polícia apreendeu?

Os policiais apreenderam os uniformes utilizados pelos suspeitos e os veículos adesivados com identificação semelhante à da empresa.


O caso continua sendo investigado?

Sim. Os quatro homens foram levados à delegacia e a Polícia Civil continua investigando o caso, inclusive os materiais apreendidos.


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